How I met Your Mother - Foi assim que aconteceu

Abril 10 2011

Este episódio centra-se no facto de Ted ter ido a uma agência de encontros que tinha um sucesso de 100 %, pois tinha um computador que conseguia juntar pessoas compatíveis uma para a outra. E o computador encontrou uma mulher que seria perfeita para ele, pois tinha os mesmos gostos e interesses. Mas essa mulher acabou por encontrar outro homem com quem se iria casar. Mas Ted não perdeu a esperança de encontrar a sua alma gémea.

 

A questão principal do episódio reside no facto de saber se existe uma alma gémea para cada um de nós. Quantas vezes não estamos numa relação em que somos felizes, mas temos a sensação de que essa pessoa não é a nossa alma gémea? Estamos confortáveis e acomodados com o que temos, mas sentimos no nosso íntimo que nos falta alguma coisa? Ou então estamos envolvidos numa relação com alguém, mas conhecemos alguém que achamos que seria perfeito para nós, pois nos compreende e com quem nos sentimos à vontade e com que partilhamos muitos interesses? Ou muitas vezes, essa pessoa é alguém do passado com quem já tivemos algo mas que a vida acabou por separar?

 

Não existe uma resposta a esta questão. Na maioria das vezes acabamos por ter uma relação com alguém que não é perfeito para nós, relação essa que exige sempre um esforço e compromisso para resolver os problemas que surgem. Mas basta encontrar por uma vez a pessoa perfeita para nós, e ter uma relação perfeita, em que as duas pessoas não precisam de se esforçar, pois ambas conhecem-se perfeitamente uma à outra e sabem o que o outro vai dizer. São as tais almas gémeas que por vezes se encontram e acabam por ficar juntas. Mas nem sempre acabamos por nos juntar à nossa alma gémea pois não estamos disposto a arriscar o que temos para ter algo que poderá ser ainda melhor... 

publicado por Matt Xell às 22:49

Abril 17 2010

Este episódio gira em torno do facto de Ted ir todos os anos à mesma festa do Dia das Bruxas, com a mesma máscara, à espera de encontrar uma rapariga que encontrou há alguns anos atrás nessa festa, mascarada de abóbora provocante. Na altura, ele deu-se muito bem com essa rapariga e passaram a noite toda a conversar... No final da noite, ela deu-lhe o número de telefone pois também estava interessada nele. Mas ele acabou por perder o número e qualquer hipótese de falar com ela...

 

Por isso, todos os anos, ele ia sempre à mesma festa, com a mesma máscara que usou na altura, com o objectivo de encontra-la novamente na festa mesmo sabendo que eram quase nulas a hipotése disso acontecer. Ele nunca teve sucesso, mas continuava todos os anos a ir à mesma festa, pois ele acreditava no amor e que se ele estivesse destinado a encontrar a tal rapariga, então ele não queria perder a única hipótese de reencontra-la...

 

Muitas vezes, isso acontece-nos na nossa vida. Quantas vezes não estivémos apaixonados por alguém que na altura não sentia o mesmo por nós e tivémos sempre a esperança de que as coisas iriam mudar no futuro, por mais pequenas que fosse a probabilidade disso realmente acontecer. Aqui  a palavra chave é esperança, que por vezes nunca desparece. Qual será o ponto que separa a a razoabilidade de continuar a insistir em tentar alcançar algo que parece inantigível por acreditarmos no destino ou o facto de não seguirmos em frente com a nossa vida por ter esperança de que algo improvável ocorra. Quantas vezes, não percebemos demasiado tarde de que desperdiçámos parte da nossa vida a perseguir algo que se acabou por revelar impossível. Ou quantas vezes, realmente conseguimos o que queríamos porque insistimos e não desistimos e continuámos a acreditar?

publicado por Matt Xell às 21:21

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